Depois de anos contando histórias sobre o mundo, percebi que queria ajudar a transformá-lo. Foi assim que o jornalismo encontrou a educação na minha formação. Descobri que comunicar não era apenas informar, mas criar experiências capazes de despertar reflexão, aprendizagem e, quem sabe, uma ação benéfica para todos.
Por isso, em 2019, atuando na Live University, passei a trabalhar como designer instrucional, desenhando cursos, jornadas de aprendizagem e conteúdos educacionais voltados a executivos. Paralelo a isso, atuei como educadora social na ONG Matemática em Movimento, focando no ensino cultural, redação e na educação socioemocional para alunos do ensino médio em escolas da periferia de São Paulo. Nessa oportunidade, desenvolvi e apliquei oficinas para mais de 180 estudantes de escolas públicas.
Fui também mentora de jovens que estavam em idade de compreensão do seu futuro, refletindo sobre carreiras e sobre autoconhecimento. Tenho a alegria de lembrar que alguns desses jovens não cogitavam fazer uma faculdade e hoje já estão com pós-graduação.
Meu trabalho como educomunicadora também já alcançou milhares de educadores em todo o Brasil. Além de cuidar da comunicação da ONG Gaia+, fui também facilitadora de cursos de educação socioemocional, formando centenas de docentes na ciência da compaixão. Nesses cursos, o nosso NPS ficou em 92%, considerado ótimo pela maioria dos professores (que formam um público super exigente, diga-se de passagem).
Tenho ainda a experiência de ter sido uma das pioneiras em projetos de educação socioemocional especificamente voltados a pessoas LGBTQIA+. Com passagens por acolhimentos de pessoas transexuais, pude ver na prática a importância que há em educar comunicando de forma sensível e compassiva.
